Dia Internacional da Mulher

Dia Internacional da Mulher

Uma das maiores operadoras logísticas dos mercados de saúde, beleza e bem-estar do país, a Ativa Logística comemora neste mês 24 anos, com a estimativa de fechar 2020 com um crescimento de mais de 15%. Nesse processo de expansão da companhia, especialmente na última década, as mulheres têm desempenhado um papel fundamental. “A partir da segunda metade dos anos 90, a logística empresarial passou de uma função meramente operacional, tornando se cada vez mais estratégica e planejada, com uma participação essencial do sexo feminino”, comenta o presidente da Ativa Logística, Clóvis A. Gil.

Na Ativa Logística as mulheres, que comemoram o Dia Internacional da Mulher em 8 de março, representam mais de 20% dos 2,5 mil funcionários em 18 unidades e ocupam posições estratégicas na companhia, como a farmacêutica Camila Ramos da Silva, na liderança como coordenadora de Qualidade desde 2018. Ela está à frente da equipe de farmacêuticos, gere a implementação e atualização dos procedimentos e treinamentos para atendimento aos clientes. “O mercado logístico é amplamente dominado por homens, mas nunca tive problemas. Sempre trabalhei, e trabalho, com profissionais competentes e muito respeitosos”, afirma a coordenadora.

Mas é na área Comercial que a presença feminina é mais sentida na Ativa Logística. Em três dos principais mercados em que a empresa está presente, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, as mulheres são peças-chave.“Estou no segmento logístico há 24 anos e acredito que uma das questões que me conquistou foi o desafio de ser respeitada, ouvida e de mostrar, diariamente, que como mulher tenho muito a acrescentar com a minha experiência em um mundo tão masculino”, afirma Viviane Declie, gerente regional comercial em Minas Gerais. “Atuamos em segmentos extremamente exigentes e minha atribuição é fazer com que o cliente e nossa equipe entendam que a excelência no atendimento será fundamental para os negócios dele”, completa.

Tão experiente quanto Viviane está Margarida Cardoso Borges Pinto, gerente Comercial da Ativa Logística no Rio de Janeiro. “No transporte iniciei em 1988 em uma empresa que acreditava que o crescimento da equipe interna iria fazer a diferença. E realmente fez. Como vendedora, cheguei a representar 43% do faturamento da filial”, lembra, com orgulho. Na Ativa Logística ela ingressou em 2019 para agregar com sua experiência. “Na área de negócios, me fascina muito esses relacionamentos entre clientes e equipes de vendas. O melhor de tudo isso é ver que seu trabalho é reconhecido e referência de excelência para o mercado”, diz.

Na Ativa Logística desde março de 2011, quando começou como executiva de Vendas, Ione Lima de Oliveira tem metas bem definidas como gerente Comercial em São Paulo, com objetivos claros e práticos a todos componentes da equipe. “Costumo dizer que é preciso sempre colocar as pessoas certas nos lugares certos, com normas e regras. Também é essencial ter um ambiente de trabalho voltado ao profissionalismo, onde se crie engajamento na equipe”, diz Ione.

Destaques em outras áreas – Há outros setores da Ativa Logística que as mulheres também ocupam cargos de liderança de vital importância para o crescimento da companhia. Marina Rosa Fior, por exemplo, é a coordenadora de Administração de Pessoal em São Paulo, onde comanda uma equipe de 12 colaboradores e é responsável pela reestruturação do departamento, implantação de políticas e novas tecnologias para otimização de processos. “Observo que ainda temos poucas mulheres em cargos de gestão, mas de forma gradativa os paradigmas estão sendo rompidos. Em especial na área operacional, cada vez menos a capacidade é mensurada pelo gênero e sim por competências”, avalia.

“O processo logístico vai além do transporte ou armazenagem de materiais. O profissional dessa área requer conhecimento técnico, prática, visão do negócio, foco no cliente, capacidade de negociação, experiência na área comercial, habilidade para liderar e motivar pessoas. Embora a profissão tenha uma gama de atividades exercidas por homens, não se limita a esse quesito, pois por outro lado, e até mesmo no contexto estratégico, exige planejamentos detalhados e minuciosos que competem perfeitamente à expertise feminina”, afirma Cristiane Grizoni da Silva, gerente de Atendimento ao Cliente em Itapevi.

Coordenadora Administrativa (SAC), Liliana Alves de Souza comanda a tarefa de ser o contato direto da empresa para buscar e propor soluções, tirar dúvidas, e comprometer-se com os indicadores de eficiência. “O espaço da mulher não está limitado às áreas tática e planejamento. O estereótipo de que mulher não pode atuar nas áreas de operação está sendo rapidamente descontruído. Hoje, está mais fácil encontrar mulheres nas operações, atuando como motoristas, operadoras de empilhadeiras e conferentes”, diz.

Carla Magalhães Cunha de Carvalho é o que se pode dizer de mulher multitarefas. Ela ingressou na Ativa Logística de Belo Horizonte em 2008 como executiva de Contas. Depois, passou à supervisora comercial e desde 2012 é a supervisora administrativa da filial na capital mineira. “Como mulher não posso reclamar de dificuldades de trabalhar nesse mercado. Entrei e gostei tanto que me formei em Logística. Agora, quero continuar me dedicando à melhoria dos processos administrativos”, diz.

De acordo com Stephanie Cristine Massa Ruiz, coordenadora de Faturamento e Cobrança em São Paulo, trabalhar em um mercado masculino é inspirador e dinâmico, pois destaca a qualidade multitarefa de muitas mulheres. Cilene Tito, gerente Contábil também na capital paulista, vai na mesma linha.