Na contramão da crise, Ativa Logística investe em CDs, tecnologia e pessoas para crescer 17% em 2017

Uma pesquisa intitulada Sondagem Expectativas Econômicas do Transportador, realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), revela que 60,1% das empresas do setor diminuíram a receita bruta em 2016, e 58,8% precisaram reduzir o número total de viagens devido à forte crise econômica. Pelo menos 37,4% delas reduziram o número de veículos em operação e, nos últimos seis meses, 58,1% das companhias diminuiram o quadro de funcionários para equilibrar as contas e os negócios. 
Na contramão dessa crise, a Ativa Logística (www.ativalog.com.br), com mil empresas atendidas em todo o território nacional, 80% delas do setor de saúde e bem-estar, pretende aumentar o seu faturamento em 17% em 2017 em comparação a 2016. A empresa cresceu 30% em 2014, em especial com a expansão dos serviços para outras áreas. No ano seguinte o crescimento foi de 18% e em 2016, atingiu o índice de 16,2%. 
Mesmo com a dificuldade da economia, Clóvis A. Gil, presidente da Ativa Logística, acredita que ainda existe espaço para crescer. E há bons indícios para acreditar nessa teoria. Afinal, as vendas da indústria farmacêutica brasileira cresceram 13,1% em 2016, somando R$ 85,35 bilhões, segundo a Interfarma, a associação que representa laboratórios farmacêuticos do país, a partir de dados da IMS Health, e deve manter a alta neste ano. Segundo a própria IMS, o segmento deve atingir R$ 87 bilhões em 2017. “Um estudo do BNDES aponta que os investimentos em logística poderão alcançar 22,2% do PIB nacional em 2018. E, por esse motivo, é um mercado promissor para as empresas, como a Ativa, que oferecem excelência e qualidade”, explica Clóvis A. Gil. 
Investimentos para garantir qualidade – Com 21 unidades em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Curitiba - PR e Blumenau - SC, a Ativa Logística tem investido forte na qualificação dos 2.130 colaboradores para que possam garantir, com qualidade, as 150 mil entregas mensais de vários setores da economia. A demanda, para 2017, deve aumentar, ainda no primeiro semestre a   companhia projeta a abertura de duas novas unidades no estado do RJ, sendo uma em Campos de Goytacazes e a outra em Itatiaia. Para manter o ritmo de crescimento dos últimos anos, a Ativa investiu em 2016 R$ 4,852 milhões. Até o final de 2017, a empresa investirá mais R$ 7 milhões em toda a sua estrutura para o atendimento dos segmentos de medicamentos e cosméticos. 
Medicamentos e cosméticos em alta - Todos os investimentos realizados até o momento ilustram novas frotas (hoje são mais de 800 veículos), unidades, equipe e em tecnologia que fazem parte de uma estratégia da empresa para se tornar líder em serviços de entregas de medicamentos e cosméticos nos modais rodoviário, aéreo e logística. A Ativa adquiriu, no primeiro semestre de 2016, a Trans Model Air Express, empresa que realiza entregas urgentes de vacinas e medicamentos, produtos farmacêuticos, medicamentos controlados, diagnóstico clínico e distribuição de produtos de beleza e higiene pessoal. Segundo a gerente nacional do modal aéreo Marcia Alvarenga, a compra atende a necessidade do mercado farmacêutico que cresce e necessita cada vez mais de agilidade, e o principal foco da cia é personalizar as operações de acordo com as necessidades de cada cliente.
Segundo o presidente da Ativa, os serviços prestados para os setores farmacêutico e de cosméticos têm buscado mais a terceirização dos processos logísticos para reduzir os custos e melhorar a eficiência. Mas para atendê-los, as empresas devem preencher a rigorosos requisitos. “Para manter a qualidade de nossos serviços, investimos continuamente em processos, pessoas e infraestrutura para cumprir uma série de exigências feitas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Nossos caminhões, por exemplo, são equipados com baús isotérmicos e temos câmaras frias com temperaturas entre 2°C e 8°C e salas climatizadas entre 15°C e 25°C. Em todas as unidades mantemos um farmacêutico, que cumpre as boas práticas e garante as condições adequadas de transporte e armazenagem”, diz Clóvis A. Gil.